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A raça humana

12/12/2018

 

Certa feita escrevi aqui, onde afirmei que não acreditava em nada de sobrenatural (Deus, santos, profetas os mais diversos, alma do outro mundo, mula sem cabeça e espiritismo). Surgiu uma mulher para dizer todos desaforos, até impublicáveis, sobre minha conduta, defendendo um tal de João de Deus, lá de Goiás, que embrulhava tudo que é trouxa com suas idiotices de “operador via espiritismo”, onde veio a falecer, em suas mãos, um grande amigo que, movido pela tragédia de uma leucemia, foi aconselhado a se tratar com o curandeiro, vindo a falecer.

O brasileiro, comumente, lê pouco e fala demais, o que deve e o que não deve. Tenho lido umas asnices sobre escravidão no Brasil, realmente uma tragédia acometida conta aqueles que vieram ajudar no desenvolvimento da economia nacional, principalmente o plantio de cana de açúcar e a fabricação de farinha.

A raça humana é uma só e ela teve como matriz uma negra africana, daí para frente, um negócio de seis milhões de anos, mais ou menos. Roland Oliver, em sua “Experiência africana” – Da pré História aos dias atuais – nos relata: “Parece, em última análise, que todos nós pertencemos à África. O Jardim do Édem, no qual nossos ancestrais se separaram gradativamente de seus parentes mais próximos do reino animal, se situa quase certamente no planalto interior da África Oriental”, ressaltando...” até cerca 1,5 milhões de anos atrás, a espécie humana viveu num Éden que abrangia principalmente as savanas altas entre a Etiópia e o Cabo. A partir deste período, o Homo erectus começou a se espalhar sobre grande parte das áreas tropical e subtropical do Mundo Antigo, desde a África meridional, na direção da Etiópia meridional e da Ásia meridional e do sudeste.

Vários fatores, principalmente a escassez de alimentos e as guerras tribais, por questões eminentemente religiosas, provocaram as diásporas africanas, responsáveis pela povoação do mundo e a multiplicidade de povos os mais diversos, mas sempre, é bom frisar, a raça humana é uma só.

Se o brasileiro médio se interessar realmente pela história, principalmente dos povos africanos, vai entender, lendo “Francisco Felix de Souza” – O Mercador de Escravos, de autoria de Alberto da Costa e Silva, como se processavam os aprisionamentos de africanos feito escravos pelos seus próprios povos, divergentes em termos religiosos e culturais, com objetivo de ganhar dinheiro, exportando-os para variados países, sendo o Brasil, em início de colonização pelos portugueses e espanhóis, depois holandeses e franceses, precisou do braço africano escravizado pelos seus próprios irmãos, sendo que Francisco Felix de Souza, um baiano, foi o maior negociante de escravos do mundo.

Muito importante para conhecer a história e ler o Dicionário da Escravidão e Liberdade, de autoria de Lilia M. Schwarcaz e Flávio Gomes, para não sair dizendo asneiras por aí.

Tenho, entre amigos, numerosos negros. Amigos de verdade. Parem com estúpidas divisões e insinuações que não constroem nada. A raça humana é uma só.

 

 

 

 


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Ambiguidade.

11/12/2018

 

Vivemos o exercício da ambiguidade. O que eu quero para você, não quero para mim e, se possível, desejo que se dane... Menos eu...

 

Qualquer pessoa equilibrada, de bom senso, sabe que o programa Mais médicos, que o governo petista contratou com o governo de Cuba, era uma imbecilidade mas, num país à matroca, numa das mais indecentes falta de escrúpulos, sem governo, sem justiça, sem nada, poderia um programa indecente, prosperar? Um país decente aceitaria tal estultice? Cuba aceitaria?

A simples eleição de Jair Bolsonaro, para presidente da República , está causando uma revolução, fazendo até com que o governo cubano, de modo próprio, convoque, de volta, os perto de 9 mil médicos, que tem contratado com o governo brasileiro, num regime de indecente escravidão. Criado em 2013 no governo Dilma, termina antes de começar o governo Bolsonaro!


Não nos iludamos, o Brasil vai passar -se quiser continuar existindo como nação livre, decente – por um processo de reformas que o sistema de governo corrupto (todos os poderes) jamais admitirão que irá ocorrer, pela necessidade e ajustar o país à realidade.


O governador eleito, Renato Casagrande, dentro das perspectivas reformistas do novo governo Federal, onde, imagina-se, novos critérios de admissão nos quadros do funcionalismo público sejam sem estabilidade no emprego (demissíveis ad nutum) ou quando novo governo começar, nos mesmos critérios da iniciativa privada, declarou que é “contra facilitar demissão de servidor efetivo”. Claro, quem paga a conta não é ele!


Talvez, o sr. Renato Casagrande desconheça que o único país do mundo que o servidor público tem estabilidade no emprego e irremovibilidade, é no Brasil, que tem o sistema burocrático maior, mais caro e mais inconsequente do mundo. Nos países desenvolvidos, só os magistrados da Suprema Corte tem estabilidade, e se aposentam quando desejam, como é o caso dos Estados Unidos, sem as incríveis mordomias da Suprema Corte do Brasil.


O Brasil tem uma multiplicidade de justiças, inclusive a do Trabalho, que não existe em país nenhum, como a Justiça Eleitoral, cartórios dos mais diversos matizes e cabides. Uma vergonha.


Aconselho ao governador Renato Casagrande ir se acostumando com uma nova realidade que vai surgir. O Brasil está quebrado, não pode acontecer situações como, presentemente, o senhor está reclamando do governador Paulo Hartung, com a distribuição de recursos, através de convênios, objetivando deixar o caixa vazio. Correto?


O tamanho do Estado tem que ser diminuído, com responsabilidade. O chamado serviço público brasileiro tem 60% de servidores a mais do que o necessário. No todo, a arrecadação do país é 80% destinada para pagar servidores ativos e inativos, graças ao populismo infeliz que a sociedade sustenta.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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