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Lei Maria da Penha

29/05/2019

 

Tenho conhecimento de que essas coisas estão espalhadas pelos quatro cantos do mundo, com relação à violência, assédios sexuais generalizados, sevícias, crimes os mais diversos contra mulheres, principalmente, promovendo-se uma espécie de perseguição sem tréguas a seus autores, até a formidável igreja Católica, que impôs na antiguidade o Tribunal do Santo Ofício para perseguir os supostamente contrários a seus métodos, colocam na linha de tiro seus pedófilos, homossexuais dos mais variados matizes que se eternizaram dentro da tida como maior religião ocidental.

Tudo na vida tem uma verdade que, dias menos dias será descoberta mas, como tudo, presentemente no caso brasileiro, tem seus exageros, seus absurdos, seus aproveitamentos que, em parte, são vergonhosos.


Pessoalmente, acho que a prática de crimes generalizados contra as mulheres, atos de pedofilia, abusos generalizados em crianças, tudo isso, devidamente apurado precisa ser exemplarmente punido.

Tenho tomado conhecimento de que, com base numa tal de Lei Maria da Penha, com objetivo mórbido de aparecer, pessoas têm sido cruelmente estigmatizadas e, diante da força bruta da justiça, que pode tudo, comete-se iniquidades. Tem pessoas sofrendo golpes nas montagens de processos sobre crimes que jamais teriam coragem de cometer. Está presente em nossos dias, como uma clareza absoluta, os casos creditados ao curandeiro João de Deus que abusou de uma infinidade de pessoas, matou, estuprou, cometeu sevícias morais de alta periculosidade e, indecentemente, era tido como João de Deus, um santo homem, que fazia milagres, era adorado por um bando de inconsequentes que não tinha capacidade de discernir que ele não passava de um grande patife, com apoio de correntes religiosas de variados matizes.

A arte de se fazer justiça com a necessária sobriedade, isenção, respeito absoluto precisa e deve prevalecer, aqui ou em qualquer lugar do mundo, principalmente sabendo-se que nossa justiça é uma das piores que existe na face da terra.

O que escrevo neste momento vai com uma espécie de advertência a certos tipos de magistrados que estão querendo se notabilizarem com a ideia absurda de punir quem está sendo processado por infundadas denúncias, como “bode expiatório”, através de inquéritos policiais também montados em falsas denúncias, o que é uma vergonha.

Estabeleceu-se, faz pouco, nos Estados, inclusive no Espírito Santo, casos absurdos de processos por danos morais, pelas coisas mais impossíveis, como a do sujeito que vai a um supermercado, seu cartão de crédito, fajuto, é rejeitado pela máquina e ele promove um escândalo e prova com duas supostas testemunhas que foi humilhado na vista de terceiros, quando ele na verdade era o patife, que deveria ser preso, processado, mas quem vai pagar é o trouxa do comerciante.

É preciso que a justiça seja feita, com absoluta prudência.

 

 

 


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Laços de família II

28/05/2019

 

Está ocorrendo algo de complicado e grave na história política nacional, que precisa ser definido, pelo menos para que o eleitor, que no dia 28 de outubro de 2018 escolheu um novo presidente da República, fique sabendo que votou em um candidato e não em quatro, como está parecendo, onde três filhos do presidente, eleitos senador, deputado federal e vereador pelo Rio de Janeiro, dando palpites abertos, nas decisões governamentais e até criando atritos entre o presidente, o vice, o general Mourão, o que de melhor existiu nos últimos tempos, e ministros diversos, na política nacional.

 

Nas rusgas entre o filho vereador do presidente e o vice-presidente da República, “por uma questão de sangue” o presidente declarou, através do seu porta voz que, “era uma questão de sangue” ficar a favor do filho, vereador, que praticamente o elegera, procurando dar os atritos como encerrados.

 

Para aí!! Quando a sociedade brasileira imaginava não ter  um líder que pudesse surgir na história política nacional para por fim ao chamado lulopetismo, que quase destruiu a nação nos últimos 13 anos e meio, foi quando apareceu o deputado federal Jair Bolsonaro, capitão reformado do Exército como candidato à presidência da República, prometendo varrer o que estava de ruim na política nacional, com a impressionante roubalheira, fazendo surgir o processo Lava Jato, que levou à prisão dos dois ex-presidentes e a destituição de um, no caso a dona Dilma Rousseff. Quem elegeu o novo presidente, ao que me parece e aos demais que elegeram Jair Bolsonaro, foi a força renovadora do   eleitorado brasileiro que mudou o presidente da República, que se dizia fã do liberalismo e 50% do Congresso Nacional.

 

Agora, o eleito presidente da República não se entende com seus filhos e, “soprado” por um tal de “guru” que mora nos Estados Unidos, Olavo de Carvalho, bota ministro e tira ministro, sem uma avaliação séria de seus currículos, parece até imitando nosso governador capixaba, Renato Casagrande, com seu secretariado.

 

Nenhum presidente da República, governador de Estado ou prefeito precisam ser sábios, basta ter equilíbrio para administrar, escolhendo auxiliares que, pressupõe-se, sejam mais inteligentes do que os administradores eleitos, políticos.

 

Quem elegeu o sr. Jair Messias Bolsonaro não foram seus filhos, mas a sociedade brasileira, a maioria que estava enojada das bandalheiras que tanto envergonhavam a nação. Parece que está faltando alguém de bom senso, bom equilíbrio emocional, pés no chão, chamar as partes em atrito a um canto e dizer para elas: “Gente, estamos dirigindo a nação e não uma rinha de galos, ou coisa pior!.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

 


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