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A luta de um homem.

02/08/2019

 

É verdade a história não registra os covardes. Vamos assistir a história do Brasil, inscrever em suas páginas um homem destemido, corajoso, determinado, para tirar o país de um imenso mar de lama, que sufoca à sociedade há séculos.

 

Estamos assistindo, em quase sete meses de governo, sob constante ameaça de mortes, o presidente Jair Messias Bolsonaro desafiando uma poderosa massa de corruptos que insiste em retornar ao poder, enfrentando as piores consequências, gastando uma impressionante fortuna acumulada, escondida, fruto dos assaltos cometidos.

 

As medidas adotadas pelo Governo, nesses sete meses de administração da vida pública brasileira é uma verdadeira epopéia, a começar com a proposta de reforma da Previdência Social. Nós, povo, sociedade, devemos ter orgulho do governo que elegemos. Não vou dizer que tudo que o Governo Bolsonaro tem feito, aplaudo de pé. Tem exceções , mas a maioria das medidas são de extraordinárias coragem, que ninguém ousou, pelo menos nos últimos 80 anos, a enfrentar.

 

Vive a oposição brasileira, as chamadas grandes figuras opositoras, a loucura do desiquilíbrio emocional. Desesperados, buscam atingir, de qualquer maneira o presidente, sua família, até com ameaças de morte, fato já apurado pela Polícia Federal.

 

É impressionante o sucesso das escolhas ministeriais feitas pelo presidente Jair Bolsonaro. O ministro da Economia, o economista Paulo Guedes, é qualquer coisa entre genial e surpreendente. O homem não mede as palavras para rebater os primários em economia que querem dar conselhos ao governo, quando passam esses anos todos no poder, sem nada realizarem em benefício da sociedade, só espolia-la, através de impostos absurdos e medidas paliativas. De toda forma, querem a cabeça do intocável ministro da Justiça, Sergio Moro.

 

Existem uns bolsões de burrice oposicionista que serão rompidos pelas ações do presidente, como suas recentes visitas ao Norte e ao Nordeste. Chega de roubalheira, de querer transformar o Brasil numa vagabunda Venezuela ou num trapo como Cuba.

 

Tem horas que vem um desencanto e parece que o Brasil não tem jeito, mas é preciso ter persistência e coragem. Se o Congresso Nacional entender que a Reforma Fiscal e Tributária devem ser feitas, eliminando todos gargalos que emperram o desenvolvimento nacional, o Brasil alcançara a plenitude do desenvolvimento que tanto almejamos, mas é preciso que matemos a corja de políticos ladrões com nosso voto.

 

A luta de Jair Messias Bolsonaro não pode ser a luta de um homem só. É preciso que nos unamos a ele.

 

 

 


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Temos policiamento?

01/08/2019

 

Ninguém está aqui para ficar nas portas dos cemitérios do Estado indagando em que condições o defunto morreu. Se foi de morte natural, acidente ou crime de natureza desconhecida ou não.

 

É assustador o que diz o traficante Matheus Monteiro de Oliveira, 20 anos, preso na Serra, município da Grande Vitória ; no seu depoimento à polícia, declarou: “matava para pagar dívidas de drogas”.

 

É revoltante ouvir esse tipo de depoimento e saber que, mais dia menos dia o frio assassino voltar às ruas para delinquir, matar, traficar, como se vivêssemos numa terra sem leis.

 

Esse tipo de criminoso não tem cura, precisa morrer, para não matar mais, pessoas que ele não conhece, só porque, a quem deve, o obrigou a tanto.

 

Vivemos num país ainda sob o domínio de um conjunto de pessoas, embora sendo minoria, com a necessária influência para intimidar as autoridades com uma espécie de “direitos humanos”, que serve apenas para os bandidos, nada tem a ver com suas vítimas.

 

O que impressiona a todos nós são as estatísticas sobre diminuição da violência no Espírito Santo. Saltam aos olhos de qualquer um as impressionantes onda de crimes, os mais absurdos. Um morador da Praia do Canto, Jardim Camburi, Parque Moscoso, não pode sair pela manhã para comprar pão numa padaria a 20 metros distante de onde mora, sem ser incomodado por perigosos meliantes. Os que se atrevem ir de bicicleta, perdem a “magrela” e o dinheiro que ia comprar o pão. Quem passa à noite pelas avenidas Leitão da Silva, Maruipe, Rio Branco, não pode parar o carro, momentaneamente num sinal, porque logo chega o chamado “inimigo do alheio” para tomar seus pertences. O pio é que, na vista dos outros, que ficam atônitos, sem poder reagir, com medo de receber um tiro, uma facada.

 

O pior dessas tragédias todas é que, sem pena de morte, não há solução à vista, daí o crescente número de marginais atormentando a vida de quem está trabalhando, ganhando a vida com dificuldade.

 

 

 

 


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