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O ódio na politica.

04/07/2020

 

Vivemos nos tempos do denuncismo. Se seus inimigos não tiverem nada que dizer de você, que na realidade possa te prejudicar, inventam. Um velho amigo, advogado, Victor Rodrigues Costa, numa reunião, na minha presença, sobre uma observação maldosa em relação a um amigo comum,  um político dirigiu uma ofensa, a quem não estava presente e que, jamais, mereceria ser feita. Victor, em tom baixo, para os circunstantes não ouvirem, deu um recado direto para o interlocutor: “Zé (o nome do gajo era José), esta ilha é uma merda. Aqui, quem não é ladrão, é viado ou corno”. O gajo ficou vermelho, rodou nos calcanhares e foi embora. Era um grandíssimo corno.

 

Acho, sem nenhum rodeio, sem alusão a qualquer pessoa, o dia que precisar escrever aqui, mentindo, tripudiando nas costas de alguém, com fins inconfessáveis, vou parar de escrever, encerrar o que entendo ser jornalismo construtivo.

 

As próximas eleições municipais vão ser um exemplo para a nação e para muitos políticos ordinários. O fenômeno governo de Jair Messias Bolsonaro está sendo festejado como digno de ser seguido, impedindo que a classe política roube, delapide os cofres públicos. Os assaltos eram imorais, vergonhosos. Os prefeitos e vereadores realmente bons, que são poucos, mas existem, devem ser reeleitos, como tenho falado, com relação ao prefeito de Guarapari, sr. Edson Magalhães, um notável empreendedor, um fazedor de rodovias, escola e, agora, um hospital, para uma cidade que está sendo transformada em modelo de organização pública, onde, infelizmente, raros governadores tiveram preocupação com a Cidade Saúde.

 

Pois muito bem! O prefeito Edson está sendo denunciado ao ministério da Saúde, ao presidente Bolsonaro, por estar construindo um hospital municipal, com empréstimo concedido pelo Ministério da Saúde, quando o sr. Luiz Henrique Mandetta era o ministro, um trapalhão com suas medidas idiotas sobre o coronavírus, como se isso fosse um crime. Não poderia ser outro ministro? Algum prefeito de Guarapari ou de outro município pensou em algo parecido?

 

O sr. Mandetta foi ministro da Saúde, não é mais. O que o prefeito Edson está fazendo para o povo de Guarapari, uma cidade importante, a porta de entrada principal do turismo do Espírito Santo, a nossa sala de visita, é um hospital, como raros municípios do Estado tem, e muitos gostariam de ter.

 

Deixem o homem trabalhar em paz, sem os fuxicos dos velhos campanários. Tratem a política como uma coisa séria, onde o bom administrador precisa ser respeitado. Já disse e repito. Nunca precisei de favores da Prefeitura ou de qualquer prefeito de Guarapari ou outro qualquer, mas sou um defensor da construção do município onde estou há 68 anos, ajudando no seu desenvolvimento, daí minha admiração pelo prefeito Edson Magalhães, até prove em contrário.

 

O governo do sr. Jair Messias Bolsonaro é muito sério. Como raros governantes foram, como os militares. Ele tem gente capaz, responsável, para dizer quais são os políticos que estão trabalhando com seriedade no Brasil, não é só no Espírito Santo. Não há necessidade de inventar mentiras, denegrir a imagem de um lutador. Precisamos ter vergonha de impedir o desenvolvimento.

 

O sr. Edson Magalhães está causando uma inveja danada a certo tipo de gente retrógrada, que nunca trabalhou, nunca construiu nada, nem para si.

 

 

 


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A transposição.

03/07/2020

 

Não me entristece a pobreza de uma grande parcela da população brasileira. Ninguém nasceu para ser rico. Nascemos com o objetivo de trabalhar para nosso sustento e dos familiares. A grande tristeza é pela burrice da extraordinária maioria do povo, sua extrema dependência dos favores de uma grande parcela de dirigentes perdulários, ardilosos e ladrões, que exploram seus semelhantes com objetivo de se eternizar no poder.

 

Ao sabor de uma grande parcela de políticos sem um mínimo de escrúpulos, apoiada por outra parcela da justiça também corrompida pelo vil metal, de forma premeditada, injusta e até cruel, exercita o favorecimento da cornucópia oficial para subjugar o menos esclarecido, para o aproveitamento político, os chamados currais eleitorais.

 

Ainda no império, sob a influência do que se denomina o polígono das secas –a áreas que não existe ventos predominantes, provocando a ausência de níveis de chuva e, consequentemente, a estiagem – vinha sendo elaborados projetos e ideias para a transposição das águas do São Francisco para vasta região nordestina -, a mais sofrida pelas secas intermitentes.

 

A “sabedoria” política dos “coronéis”, título político que lhe foram dados com o intuito de “condecorá-los” pelas suas ações bajulatórias, impedia que os projetos de transposição das águas fossem executados e, nos tempos mais “modernos”, com Lula e seus sequazes, resolveram “deslanchar” o projeto mas, sub-repticiamente entregues as obras, a empreiteiras determinadas, dentro do processo de corrupção à base de obras públicas, foram esbarrar nas “operações Lava Jato”, até que se descobre que o badalado juiz Sérgio Moro escondia ações inconfessáveis, na condução dos processos que culminaram com a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva e seus 40 ladrões, que mamavam nas tetas da Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Correios e outros órgãos nojentos, que nunca deveriam ter sido criados. Pasmem, Lula foi presidente do Brasil, e ainda arrota grandeza, com toda sua ladroagem, favorecida com a liberdade, graças uma decisão dos ilustres (“ilustres” mesmo), ministro da Suprema Corte.

 

O impossível aconteceu (o impossível também acontece), surgindo um ex-capitão do Exército Brasileiro, deputado Federal sem papas na língua, para se lançar, a despeito de tudo e todos, até da nossa “formidável” imprensa, como candidato a presidente da República. Fizeram tudo, para o homem não se eleger, o cabra que disse não precisar da imprensa, nem falada, nem escrita e muito menos a televisionada. Arranjaram um tal de Adélio Bispo de Oliveira para dar-lhe uma facada no estômago quando era carregado às costas por populares, na cidade de Juiz de Fora. A história contada à Polícia Federal por Adélio Bispo de Oliveira é uma imoralidade, mas o Brasil é assim mesmo...

 

Eleito, a despeito de tudo, Jair Messias Bolsonaro, a despeito de tudo, as obras de transposição das águas do rio São Francisco, que não acabavam nunca, determinou que acabassem, com apoio do pessoal de engenharia do Exército Brasileiro. Tudo aquilo que fazem 500 anos, que fizeram projetos, começaram e não acabaram, Jair Messias Bolsonaro está acabando, para desespero de uma esquerda ladrona que tomou conta do Brasil a partir de 1985 e quase nos levou o país a um estado de falência, de vergonha. As obras de Lula no exterior , para caudilhos comunistas em vários países, são um acinte à nação.

 

As águas do São Francisco chegaram ao Ceará. De raiva, o governador do Estado não quis assistir uma multidão aplaudindo Bolsonaro, porque não vai poder explorar mais o sofrido povo nordestino.

 

 

 

 

 

 


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