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O caos Argentino

20/08/2019

 

Ao término da Segunda Guerra Mundial, em 1945, com a Vitória dos países aliados (Estados Unidos, Inglaterra, França, Russia e Brasil) contra o grupo do Eixo (Alemanha, Japão, Itália), a Argentina se constituía, na época, como a segunda nação mais próspera do mundo e que amealhava ativos financeiros em maior volume, depois dos Estados Unidos, graças à sua neutralidade no grande episódio.

Resguardada na sua neutralidade, embora torcesse pela vitória dos alemães, a Argentina se transformou no maior centro de abastecimento de gêneros alimentícios do mundo, a países de qualquer natureza política. Com a introdução do peronismo, a ascensão ao poder de Juan Domingos Peron, o país começou a sofrer uma paralisia econômica, consumindo todos os frutos do seu enriquecimento, através de uma prosperidade descontrolada, sem planejamento.

O cansaço do povo argentino com o populismo capitaneado pela família Kirchner acabou levando Mauricio Macri ao poder. Macri, um jovem empresário, após se eleger, não teve o necessário cuidado de empreender as mudanças necessárias para abolir o amaldiçoado populismo Kirchnerista, se deparando com uma crise semelhante à brasileira, em termos econômicos, que levou os militares a intervirem no governo argentino, fazendo surgir, depois dos mais graves episódios políticos de toda história da Argentina, o governo de Néstor Kírchener, que saltou da condição de governador da Província de Santa Cruz para a presidência da República, transformando o poder num dos sistemas mais corruptos da história da nação, muito semelhante ao governo Lula no Brasil e, mesmo dentro do processo de corrupção, sua mulher, Cristina Kirchner, que prosseguiu no estágio de degradação da economia nacional, ingressou no processo de libertinagem, que promoveu a eleição de Mauricio Macri, fazendo com que o dólar (moeda americana) fosse cotado a 62 pesos por dólar, atual, numa marcha à ré muito semelhante à situação da Venezuela, embora o liberal Mauricio Macri controla a estabilidade democrática na importante nação do Mercosul.

 

 

 


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Os irresponsáveis I

19/08/2019

 

 

O populismo desenfreado do governador Renato Casagrande, com suas promessas de arranjar emprego para os trocadores de ônibus do sistema de transporte urbano Transcol levou a Grande Vitória, na última segunda-feira, 12.08 a ficar sem transportes, provocando um problema econômico grave para as empresas que, combalidas pela situação econômica que se arrasta desde 2013, quando começa a dar sinais de melhora, surge a greve de cobradores que teve apoio dos motoristas, que ficaram sem tirar os coletivos das garagens, provocando pânico em alguns pontos, inclusive depredações em veículos por parte dos grevistas que, pela primeira vez não reivindicavam aumento salarial, mas manutenção dos postos de trabalho onde não eram mais necessários na função de cobradores, devido a introdução do chamado tiquet único, abrindo mão da necessidade de trocadores.

Dizem que o Tribunal Regional do Trabalho determinou que 75% da frota circulassem e o governo prometeu que os empregados a serem demitidos entrassem num curso de reciclagem para serem admitidos em outras funções. Os supostos trocadores, hoje desnecessários, devido a modernidade da frota, preferiram o chamado estado de greve, totalmente irresponsável, porque qualquer empresa que cumpre com suas atribuições trabalhistas tem o direito de demitir seus servidores, em caso de mudanças no processo de ocupação de mão de obra.

Tudo errado. Vivemos num país sem ordem, com um monte de leis e justiça que não funciona, que não tem autoridade, semelhante ao governo que, cria seus problemas, transfere-os para a sociedade que trabalha e paga impostos mas não pode se locomover para ir e vir ao trabalho.

O empresariado, como os trabalhadores, prejudicados; a economia paralisada, os prejudicados não podem recorrer à justiça porque só terão uma solução para seus problemas por questões eminentemente de gestão governamental, no dia de são nunca, de tarde...

O negócio é que não sabemos avaliar o dia que veremos o fim do exercício da mediocridade.

Os arrastões ocorreram nos pontos de ônibus e nem a polícia compareceu.

 

 

 

 


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