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A classe política II

14/06/2019

 

Perto de completar seis meses de governo, sendo que, com mais de 60 dias de tempo perdido, fruto de uma facada praticada por um meliante que se diz “enviado por Deus”, para praticar tal tragédia, o presidente Jair Bolsonaro é um homem acusado por uma oposição que navega em rios de dinheiro e que jamais se preocupará com os destinos que a nação vier a tomar.

Os mais tolos episódios são transformados em escândalos, “aberrações” praticadas por um governante inexperiente, como alegam os oposicionistas.

Sucessivamente, a máquina de fazer intriga, montar fofocas sobre os assuntos mais banais, com objetivo de paralisar a ação governamental, até ações judiciais as mais estúpidas, como a promovida pelo senador capixaba Contarato, que se colocou contrários a todos motoristas do Brasil, que aspiram o fim de uma das maiores estupidez disseminada pelas nossas rodovias, os redutores de velocidade eletrônicos, uma indústria de multa com objetivo de pilhar incautos viajantes. Qualquer jovem sabe que, passando de um redutor de velocidade que marca 50 quilômetros, o motorista, ao ultrapassar aquele ponto, imprime velocidade ao veículo, ganhando em poucos segundos, 100 ou mais quilômetros horários, para recuperar o tempo perdido, o que qualquer um faz sem qualquer constrangimento.

Todas medidas colocadas até agora pelo presidente Bolsonaro, até o contingencionamento de recursos públicos para as universidades, como vem acontecendo nos governos anteriores, foi motivo para ação judicial, sem qualquer responsabilidade, dentro do princípio de que, quem arrecada, tem a chave do cofre, é que sabe quanto pode gastar. O Brasil está numa situação gravíssima. Não existe dinheiro público para pagar a conta do desperdício. Gastou-se de forma desbragada e agora, com a arrecadação em queda, precisa-se de um ajuste, de correções, de reforma, como a da Previdência Social e, em seguida, as demais. Ninguém suporta 70 contribuições fiscais e parafiscais sem sonegar, para sobreviver. Milhares de empresas devem colossais fortunas de impostos, sem poder pagar. Todo mundo se acha no direito de se aumentar.

O Brasil tem coleções fantásticas de aberrações fiscais, cartórios os mais imorais, que precisam ter um fim, mas não pode ser de uma hora para outra, as vezes tem que enfrentar uma oposição hostil, imprudente, composta, as vezes, por cavaleiros imorais, predispostos a assaltar o governo, se preciso for, para aprovar medidas saneadoras.

O Brasil vive num pior dos mundos, frutos de uma classe política perdulária, cruel, inconsequente.

 

 

 


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Coisas da Iriny.

13/06/2019

 

A beleza do mundo está em ele ser redondo, permitindo que você se desvie de figuras antipáticas e intoleráveis, à sua vista.

Velho adagio diz: ”cada povo tem o governo que merece”. Acho errado. Cada povo burro tem governantes (representantes) ordinários.

Agora, temos no ar uma campanha de repúdio ao projeto de lei de autoria da deputada Iriny Lopes (PT) de dar título  de cidadão Espírito-santense a João Pedro Stedile, líder do MST (?) e um ex-deputado fugitivo, Jean Wyllys. Grandes merdas! Estou pouco me incomodando com o fato. Pouco ou quase nada me surpreende que o Estado sirva de “pasto” para essa gente que não deveria existir.

Sempre soube que o poder legislativo deve funcionar como uma caixa de ressonância das aspirações da sociedade. É a sociedade que quer essa trapalhada de Iriny? Vá-la  que seja. Avacalha com o Poder Legislativo que deveria ser o primeiro a zelar pelas indicações que seus pares fazem, sempre afeitos à forma mais demagógica de se fazer política ou homenagem quem concorre para destruir a democracia.

Ne verdade, no meu modo de entender, esses tipos de políticos de esquerda escolhem exatamente aqueles que lhe são muito semelhantes, para homenagear. Não poderia ser o contrário.

As presepadas armadas como o “Lula livre”, “Lula eu te amo” e outras idiotices como essa agora, da Iriny , são típicas de políticos fracassados, que se amarram geralmente as boias furadas ou podres.

Essa gente não sabe nem para onde o vento sopra de forma predominante, que dirá entender de escrúpulos.

Tenho dito!


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