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A Reforma Tributária

18/08/2019

 

Estou até meio cansado de martelar aqui, que o Brasil, o país mais corrupto do mundo e mais burocrático também, detém 66 tributos (impostos) no país, que atormentam a vida de todos brasileiros. O Ministério da Economia, através do seu ministro Paulo Guedes, tem falado em extinguir ou unificar, objetivando reduzi-los para um mínimo de 5 (cinco) e, para juntar uma parafernalha de siglas pequenas, que formam o chamado “Custo Brasil”, será necessário, nesse ajuntamento criar-se um tipo CPMF, definitiva. Mais ou menos seria trocar seis por meia dúzia, num país de insaciáveis, onde ninguém gosta de pagar nada, pela falta de honestidade dos que estão no poder e pilham os cofres públicos.

Está saindo do papel, para uma realidade, a nova Previdência Social. Se cada brasileiro válido, conhecedor de suas responsabilidades e das manhas de classe política, buscasse conhecer os meandros das negociações com o governo pelos deputados, para aprovar a nova legislação, ficaria sabendo que o Brasil é um país inviável, desgraçadamente inviável, porque estamos todos atolados num imenso mar de lama que está difícil remar nele, a não ser que morra muita gente, que não quer que o país seja salvo.

Os impostos a serem agrupados representam 90% da receita de tributos da União, Estados e municípios, daí o grito para que tudo fique como está. Não vai poder...

Existe no país 70 obrigações fiscais e parafiscais e, no que concerne a tributos, que são 66, transformá-los em apenas o agrupamento de cinco, me parece um negócio impossível.

Há uma superposição, em forma de cascata, de governo cobrar o mesmo imposto em três operações fiscais com a mesma mercadoria: a) na fonte de produção; b) no chamado açambarcador ou distribuidor e, o último, quando passa para as mãos do consumidor, daí tudo no Brasil custar três vezes mais do que em outras nações.

Não existe a falácia de diminuir impostos no Brasil, a não ser o dia que aparecer um governo que impeça a contratação de funcionários públicos, a fonte do desarranjo das finanças públicas.

O Brasil é um país para loucos.

 

 

 


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Acessos de fúria

17/08/2019

 

Pelo menos, de uma coisa estamos convencidos, muito embora as “pesquisas” em contrário. As forças políticas e populares que elegeram Jair Messias Bolsonaro estavam absolutamente certas, quando sufragaram sem nome para a presidência da República.

A fúria dos inimigos da eleição de Bolsonaro se tornou evidente, absolutamente clara, quando a mão de Adélio Bispo de Oliveira desferiu uma facada no abdômen do candidato, em plena praça, cercado por uma multidão, em Juiz de Fora, Minas Gerais, no dia 6 de setembro de 2018. O negócio era liquidar o candidato, mata-lo, pouco se importando os rumos que tal crise poderia provocar na nação. As ameaças continuam e fazem parte das observações que têm sido feitas pela Polícia Federal.

A malfadada tentativa de assassinado do candidato Bolsonaro poderá se repetir. Irá provocar uma tragédia, porque o povo quer o presidente da República para continuar com seu governo de saneamento das imoralidades praticadas na vida pública nacional desde o descobrimento. Somos o maior foco de corrupção no mundo. Lula que o diga...

A cadeia de intolerância da imprensa esquerdista no exterior, altamente subvencionada por importantes grupos que não querem que o Brasil cresça, tem suas ramificações no Brasil, haja vista a pressão inconcebível que o governo Bolsonaro vem sofrendo para que não se aprove, via Congresso Nacional, as reformas que pretende, para tirar o país do mais imoral processo de corrupção do mundo.

Conheço a história da imprensa perniciosa desde a Revolução Pernambucana até à presente data, quando foi morto, arcabuzado em Salvador, Bahia, no Largo da Pólvora, o capixaba de Marataízes, Domingos José Martins e outros companheiros, que lutaram pela liberdade do Brasil dos elos que o acorrentavam a Portugal. De lá, até esta época, o Brasil não mudou. Compulsem: “Eles lutaram pela Liberdade”, de Eudes Barros ou “A Devassa da Devassa”, - Inconfidência Mineira-, que vocês vão saber como agiu até hoje a grande imprensa.

Pode ser muito perigoso mexer com Bolsonaro.

 

 

 


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