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Quem somos?

02/07/2020

 

Às vezes, ao meio da madrugada acordo e me assalta o direito de perguntar a mim mesmo: Onde estou? Que país é este em que nasci? Resido no Estado do Espírito Santo ou no Espírito de Porco? Quem é que manda? Quem governa o Estado?


Estamos situados numa região, a partir do México, que América do Norte mas, como os demais, tidos como terceiro mundista, foram colonizados por portugueses ou espanhóis, embora se situem também algumas colonizadas por holandeses, inglesas e francesas, antigas possessões que ainda sofrem influências daquelas nações.


Meu pai chamava a esse “ajuntamento” de povos latinos (línguas derivadas do latim), em pejorativamente, de América Latrina, pelo conjunto de gente ordinária, despachada pelos colonizadores para se livrarem dos seus piores bandidos, ladrões, proxenetas, audazes destruidores de etnias, como ocorreu com as conquistas de vários povos, como os mexicanos, peruanos, colombianos, bolivianos, por tipos como o espanhol Francisco Pizzaro Gonzáles, como a busca pelo ouro das Minas Gerais, o roubo praticado pelos religiosos da Companhia de Jesus, formado por jesuítas, inclusive Padre José de Anchieta, perseguidos pelo português Marques de Pombal, que mandou liquidar com “a raça” dos jesuítas, atirando-os em alto mar, com uma pedra amarrada ao pescoço, e outras tragédias,  como a conquista do Peru, etc. Assim surgiu a América Latina, depois da África, a região do mundo que abrigou os maiores facínoras, déspotas, ladrões audazes que resistem até hoje, como os restos do domínio do Norte e Nordeste brasileiro, pelos chamados “coronéis”, donos de currais eleitorais, que massacram a consciência daquela gente que vive sujeita às esmolas do poder central, obtidas através de favores das trocas de apoio político. Esta é a nação em que vivemos que, desesperadamente, a maioria elegeu um presidente que a minoria, os perdedores, não aceitam, não se conformam e tentaram até matá-lo. Os desgraçados caudilhos são difíceis de morrer. Vejam a resistência de Sarney, Fernando Henrique, Lula, e etc.


Temos 520 anos de descobrimento, feitos em 21 de abril último e não perdemos a mania de adorar ditadores, déspotas, ladrões, genocidas, os mais devassos, ladrões contumazes, hordas de subservientes ao poder, com objetivos escusos para obter favores ilegítimos, usurpação de terras.


Nos tempos antigos e na atual modernidade, todas desgraças possíveis e imaginárias nos assaltaram. Bandidos governam o país, saqueiam os cofres públicos, a justiça acuada, pelas suas próprias fraquezas e falcatruas, os liberta, com medo de revides e, aí, temos esse descomunal molambo chamado de Brasil, atingido, como outras nações por uma pandemia provocada por um viris que vem lá da distante China, de seus cantos podres, que faz o enriquecimento, mais ainda, de certos grupos de políticos sórdidos, ladrões da pior qualidade, que impõem ao povo um estúpido enclausuramento, onde o vírus, pela falta de circulação do ar, fica estagnado durante seu período de vida, provocando a contaminação. Inteligência de campanário, lugarejo, favelas.


Agora, a Polícia Federal sai à caça de administradores ladrões, comprometidos com a aquisição de produtos médicos diversos, por preços superfaturados, numa fórmula indigna de enriquecimento, com a desgraça alheia.


Afinal, este é o país em que vivemos. Até quando?

 

 

 

 


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O reino do populismo

01/07/2020

 

Depois que a chamada mais Alta Corte de Justiça da Nação entrou em descrédito, pela ação de alguns de seus ministros, que não podem comparecer a atos públicos, para não serem massacrados pela população que os insulta com palavras torpes, pelas ousadas e criminosas decisões que cometem, alguns até de forma monocrática e, pasmem, acatadas pelos seus pares, o que se podia chamar de justiça, de Supremo Tribunal, acabou. Foi pro espaço...

Com esse desarranjo do sistema judiciário nacional, onde a função precípua da Suprema Corte, que era dirimir as arguições de inconstitucionalidade, foram para os desvãos das gavetas dos chamados “cemitérios de processos”, onde dormem os assuntos mais bizarros do acinte à Constituição, sem um exame rápido, iminente, não permitindo que a burrice do legislador, apoiada pela incapacidade governamental que sanciona as maiores aberrações, com o intuito de fazer política ou de imaginar que seja o dono da verdade ou de ensandecido ditador.

Agora mesmo a Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo aprovou projeto de lei de autoria do deputado Enivaldo dos Anjos que determina a redução de 30% nas mensalidades escolares privadas, no período de pandemia e, estranho, o governador sancionou a estultice e o Procon, que deve ter lá suas sábias obrigações, está notificando as escolas que terão que cumprir o calendário escolar, dentro das determinações do Ministério da Educação. Quem paga a conta dessa loucura toda? Será que a Assembléia não tem um corpo de assessores jurídicos para analisar essas maluquices, ou o Governo do Estado não tem um Consultor, uma pessoa isenta, decente, para analisar as questões aberrantes? Agora, o deputado apresenta outro projeto que obriga as casas que vendem fogos de artifício a ter o endereço, CPF, carteira de identidade, título de eleitor, atestado de bons antecedentes, sei lá mais o que, para vender fogos, sob a ótica vesga de que os traficantes avisam no alto dos morros, soltando foguetes para anunciar a usuário e distribuidores que a droga chegou.

Em outra tirada do deputado, os condomínios serão obrigados a notificar agressões às mulheres. Que transferência de responsabilidade é essa? Onde estamos? O sindico virou o que?

As escolas particulares, se quiserem se livrar de uma aberração, terão que recorrer à justiça(?) que, não se sabe quando, poderá solucionar a estupidez inconstitucional.

O deputado ainda é dos Anjos. Já pensaram se fosse de outras figuras?

 

 

 


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