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Promessas indecentes

29/06/2020

 

Será que existe um jeito para a classe política brasileira? Estamos no ano de 2020, junho pelas pontas. Um ano e meio do governo de Jair Messias Bolsonaro na presidência da República, onde, surpreendentemente, foi eleito com um objetivo apenas, não permitir que ninguém roube as finanças públicas. Quase mataram o homem. Contrataram um maluco, Adélio Bispo de Oliveira para matá-lo. Não conseguiram. O homem foi eleito e passou a ser um demônio em figura de gente para perseguir ladrões do erário público. Juntaram tudo, mas tudo que é desgraça, até um tal de STF, com Congresso Nacional para impedir o homem governar e uma imprensa velhaca, sórdida, para mentir de forma vergonhosa, deslavada! Não pode o pobre do Jair dar um peido, que a TV Globo alega que fede mais do que o dos outros e lavam a égua em cima dele e dos filhos, e esquecem do filho do Lula, do irmão Vavá e todos os quarenta ladrões, para atacá-lo e aos seus familiares, de forma impiedosa e cruel. Até o coronavírus está servindo para que governadores entre na batalha contra o presidente. Como diz a irmã superiora do Convento da Carmelitas: “Puta que os pariu. Que desgraça!”

A política nacional sempre funcionou à base da mentira, dos escândalos, da fome do nordestino, da desgraça do ensino para ninguém ter vontade de ir à escola e as exportações vergonhosas de commodities agrícolas e minerais, pela mais absoluta falta de incentivo ao desenvolvimento.

No mês de outubro de 2019, dentre as coisas impossíveis de serem realizadas, o formidável governo do Estado, do Sr. Casagrande anunciava: “Começa a implantação do Aquaviário.” A notícia saiu publicada à página 5 do jornal A Tribuna, da época, com a bela manchete e fotografia ao lado: Foi publicada ontem (17.10.19) no Diária Oficial do Espírito Santo (DIO-ES) a homologação do resultado da licitação que marca o início da implantação do Aquaviário na Grande Vitória. A empresa selecionada é a Atlântico Sul Consultoria, de Santa Catarina, que terá até 150 dias para fazer o licenciamento ambiental e o projeto executivo dos trapiches, que são os pontos de embarque e desembarque. O valor do processo de implantação do sistema é de R$ 391 mil. De acordo com o secretário de Estado de Mobilidade Urbana e Infraestrutura, Fabio Damasceno, a implantação do Aquaviário será feita em etapas. “Por aí vai a nota do Sr. Damasceno, acrescentando mais, que as embarcações vão ter até um tal de wi-fi.

Lá no meu São Mateus, quando anunciavam com estardalhaço coisas impossíveis, irrealizáveis, diziam: “Muito peido é sinal de pouca merda...”

Já vi ponte fantasma, túneis, monumento ao disco voador na av. Nossa Senhora da Penha, teleféricos aos montes, escadas rolantes e até um tal de centro tecnológico de Goiabeiras, para fazer não sei bem o que, nem pra quê, já que a chamada “indústria de ponta” brasileira é incapaz de fazer um modesto chips, para ajudar a mover um brinquedo eletrônico. “O Vale do Silício” das Goiabeiras, ajudando esse pessoal brilhante deveria estar preocupado em plantar batata, cebolas, alho, arroz, feijão e parar de pensar no irrealizável. Enganar quem?

A trava no desenvolvimento econômico e social do Brasil é o número fantástico de funcionários públicos. Não tem nação no mundo capaz de produzir dinheiro para manter tal ajuntamento de inutilidades. Temos 62% de gente a mais do que o necessário nas repartições públicas.   

Sessenta por cento da renda nacional (o que os governos arrecadam em impostos, são reservados para pagamento dos servidores ativos e inativos; e em torno de 13 bilhões para pagar impostos de uma dívida impagável, mais de três (3) trilhões de reais.

Vem aí o aquaviário... E esse pessoal se reelege, pregando mentiras. Povinho burro...

 

 

 


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Somos o que somos

28/06/2020

 

Em 15 de novembro de 1889, exatamente há 131 anos, depois de 67 anos de império, no dia 15 de novembro, era proclamada a República. A data celebra o início do regime Republicano, proclamado pelo primeiro presidente, marechal Manuel Deodoro da Fonseca.

Entra Império e República lá se vão 198 anos. Se o caro leitor se dispuser ao trabalho de compulsar os dados de nossa avacalhada história, sem bajulação, ou qualquer outro interesse que não seja a verdade, o período mais decente, mais desenvolvimentista de governo foi o de 1964 a 1985, quando se encerrou o período de administração militar do país, começando pelo marechal Humberto de Alencar Castello Branco, período em que o povo veio para as ruas implorar a intervenção militar, para livrar o país do comunismo.

Eu e muitos brasileiros, doidos ou com vergonha na cara, temos implorado uma nova intervenção militar. Pode nos custar uma tragédia, morrer muita gente, muita gente mesmo e, no meio, muitos inocentes mas, a verdade, a vontade é colocar tudo isso de lado, esse temor que nos assalta e mandar tudo para os quintos dos infernos. O Brasil não tem jeito, a não ser com um negócio profundamente catastrófico, que não podemos avaliar o preço.

Hoje, os chamados pomos da discórdia são: o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional. Não há forma de mentir, de enganar, disfarçar, porque é a verdade irretorquível. Como desmontar o Supremo Tribunal, onde 11 ministros se alimentam (os dados são de 2016) a um custo de R$ 554 milhões; possue 2.450 funcionários, o que dá 222 servidores para cada ministro; 85 secretárias; 293 vigilantes; 194 recepcionistas, 25 bombeiros civis; 19 jornalistas; 116 serventes; 27 garçons; 12 auxiliares para ajeitar a toga; 58 motoristas; 12 milhões de reais em refeições; R$ 204 mil com auxilio funeral. Tem mais despesas, na comprida lista dos encasacados.

Os que nasceram hoje, no ano de 2020, se sobreviverem até o ano de 2120, irão encontrar esta mesma merda que estamos nos deparando hoje. Não tem jeito, não há salvação. Nós (?) não temos nenhum amor ao Brasil, ao significado de pátria, de nacionalidade, honra, nada.

Eu não coloco dúvida na personalidade do presidente Jair Messias Bolsonaro, sua capacidade de prometer que, com ele no poder, ninguém roubará os cofres públicos. Acredito na capacidade do economista Paulo Guedes e outros exemplares ministros mas, NUNCA, sairemos desse formidável atoleiro, dessa podridão em que nos situamos, graças à nossa incapacidade para lutar, e a amolecida e subserviente espinha vertebral, dizendo amém para toda essa canalha. De joelhos...

Vou continuar lutando, mas não tem jeito.

Viva a República (não sei das quantas...)

 

 

 


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