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O caso Neymar.

08/06/2019

 

Desde que surgiram na face da terra os seres vivos, para sua multiplicação, ocorrem as relações sexuais, consentidas ou não, mas sempre existiram entre os chamados sexos opostos.

 

No caso entre homens e mulheres não seria diferente, a não ser que não existisse a força da atração entre duas pessoas do sexo oposto (e até não...), sendo que na antiguidade, na Roma Antiga, sob os efeitos do chamado Império Romano, tudo acontecia.

 

O  mundo foi se organizando em famílias, povos, tradições, costumes bigamia, fazendo até que se criassem leis para proteger pessoas de agressões físicas e morais, até surgir a internet, com o seu WhatsApp e outras “engrenagens” da modernidade sexual, inviabilizando até, todas publicações, filmes, etc., sobre atividades sexuais (pornografias) cabendo tudo num simples telefone celular, onde estão expostos os mais aberrantes casos de pedofilia, estupros, abusos sexuais que jamais imaginamos existirem, tudo fora da imaginação.

 

Esses espetáculos dantescos, envolvendo até figuras religiosas dos mais diversos matizes, inclusive da velha e carcomida  Igreja católica, com todos seus dogmas, envolvendo prelados dos mais variados calibres hierárquicos, até presidentes da República, como Roosevelt, Hitler, Kenedy, Clinton, Trump, até Lula, como o “cara” do Obama, tem histórias de sexo e amantes para contar.

 

Vem agora o caso do famoso jogador Neymar, se não o melhor, um dos melhores e mais bem pagos do mundo, envolvido num escândalo que, diga-se de passagem, é uma forma estúpida de chantagem, que vem expondo muitas pessoas famosas, com objetivos pouco confessáveis.

 

Não digo que devemos voltar ao primitivismo, onde tudo acontecia e pouco se ouvia falar, mas está ocorrendo um grave aproveitamento, com a participação de certos tipos de autoridades, sem um mínimo de escrúpulos. Neymar está “embarcado” nessa canoa da “moralidade”, por ter muito dinheiro.

 

 


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A fome e o trabalho

07/06/2019

 

Estatisticamente falando, via IBGE, o Brasil ostenta uma taxa de 13 milhões de desempregados, pessoas que perderam seus empregados movidas por uma crise econômica que vem se arrastando desde 2013, fruto de um conjunto de analfabetos funcionais que assumiram o poder, com a utilização brutal da utilização de recursos públicos, quer através de um sindicalismo de resultados ( o pior e único sistema sindical do mundo) e da pilhagem endêmica de recursos públicos, via sistema de corrupção com a participação de grandes empresas, um negócio que vem desde a chamada Era Vargas, de alimentação de poderosos grupos bancários e empresariais diversos.

Imaginou-se, em plena Era Vargas que o Brasil deveria se transformar de uma nação essencialmente agrícola em industrial, numa concorrência inconsequente com grupos como ingleses, holandeses, suecos, alemães, japoneses, americanos, dentre outros e, assim, passamos a importar ferramentas para produzir equipamentos mais caros e de pior qualidade do que qualquer país do mundo e, estupidamente, durante o governo de Juscelino Kubitschek de Oliveira, tido como o mais desenvolvimentista que surgiu por aqui, que fez florescer a propina de 10% sobre os negócios públicos e estabeleceu uma idiota “reserva de mercado” que nos proibia importar alguns produtos, como computadores, automóveis, máquinas diversas, nos colocando num atraso universal que pagamos um alto preço até hoje, que produziram Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma e suplentes como Temer, todos na cadeia ou impedidos de trafegarem em via pública, sem serem quase apedrejados.

Tem uma massa de gente desocupada, sem emprego, no Brasil, que não é de 13 milhões, mas de 50 milhões ou mais. Os recursos públicos arrecadados em forma de impostos são 80% consumidos para pagamento do funcionalismo público e pessoal inativo, bem como sua Previdência Social. A dívida pública vai se acumulando, crescendo, e o governo encolhendo, mentindo com sua teoria invisível de crescimento, sem condições de tapar um buraco aberto com as últimas chuvas na rua, pela precariedade dos serviços.

Pela sua incapacidade de enxergar o futuro, o administrador público não sabe o risco que corre. Tem dois anos que ocorreu uma greve da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros no Estado do Espírito Santo, e o resultado foi dantesco: 219 mortos, perto de 400 estabelecimentos comerciais destruídos, com seus proprietários falidos e, uma marcha de desaceleração da economia, tudo por falta de planejamento. O Brasil jamais será uma nação industrializada. A vocação do Brasil é essencialmente agrícola, temos que criar mecanismos de apoio a agropecuária porque o problema mundial é a fome e nossos governantes não sabem nem para o vento sopra na direção mais frequente e, pior ainda, como criar um mecanismo de incentivo ao desenvolvimento do agronegócio. Perguntem aos nossos governantes quantos impostos o Brasil, possui? Eles querem aumentar mais...

 

 

 


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