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Fim da novela Saldanha da Gama.

12/08/2019

 

Têm surgido no noticiário algumas informações apressadas, que, dificuldades financeiras e possibilidade de corte nos recursos para manutenção do SESC  no Estado do Espírito Santo, tenham impedido que a instituição, mantida e administrada pelos empresários do comércio, deixasse de receber a sede do antigo clube Saldanha da Gama, como doação,  da Prefeitura Municipal de Vitória, para transformá-lo no Museu da Colonização e Imigração.

 

É verdade que o Brasil atravessa um período grave, na sua economia, graças aos desmandos da má política e da balburdia econômico-administrativa que sacode o país há exatamente desde à época do seu descobrimento, onde mergulhou num dos mais imorais processos burocráticos do mundo, aliado a uma corrupção endêmica que, parece, não terá fim...

 

A Fecomércio-ES, de acordo com a legislação em vigor, é a gestora do SESC e do SENAC, através do seus  Conselhos Regionais. Tem dinheiro suficiente para adquirir, reformar e manter  na velha sede do Saldanha da Gama, abandonada à própria sorte, o Museu pretendido. A velha sede do Saldanha foi adquirida através de uma desapropriação amigável pela Prefeitura de Vitória que, lamentavelmente, não soube o que fazer com ela, daí o estado lastimável em que se encontra, mas quer que façamos um Museu da Colonização e Imigração apressadamente. Tudo de uma hora para outra, num tempo tão curto, que não dá nem para fazer os projetos.

 

Se a Fecomércio e o SESC-ES possuem recursos para adquirir por compra ou receber por doação a velha sede do Saldanha da Gama, por que não o fizeram?

 

As leis baixadas pela Prefeitura de Vitória, tanto para vender o imóvel, como para doá-lo, são inexequíveis. É impossível cumprir os prazos para preparar projetos, aprova-los, inclusive no IPHAN (Instituto Patrimônio História e Artístico Nacional), que tombou o local onde se situa o Saldanha da Gama – Forte São João – como Patrimônio Nacional – e, para reformar o velho prédio, necessário se faz o órgão aprovar as modificações necessárias para que possa atender às próprias exigências das legislações Federal e municipal. A velha sede do Saldanha da Gama, para ser reaberta ao uso, precisa de elevadores, acessibilidade e reforma do telhado com laje impermeabilizada para evitar vazamentos. Os equipamentos a serem criados para que funcionem o Museu da Colonização e da Imigração levarão anos, para serem concebidos. Tudo através do sistema audiovisual. Museu é um negócio muito sério.

 

As coisas para serem doadas precisam ter absoluta confiança mútua. Se a velha sede do Saldanha da Gama está sendo doada para abrigar um museu, não poderá ter a finalidade desvirtuada e só poderá ser museu e atividades inerentes à sua existência. Um conjunto de coisa para atrair visitantes, não pode ser um botequim...

 

Com objetivo de encerrar o assunto, para evitar maiores discussões, o presidente do sistema Fecomércio-ES, SESC- SENAC, José Lino Sepulcri, citou o momento econômico difícil que atravessa a nação, mas não dificuldades financeiras dos órgãos que preside. Ninguém, melhor do que ele, sabe da importância do Museu.

 

O SESC tem o projeto pronto para instalação do Museu da Colonização e Imigração do Espírito Santo. Um dia sairá do papel, sem exigências absurdas, impossíveis de serem cumpridas. Caso contrário, poderá, no futuro, ser instalado em Domingos Martins, em imóvel a ser construído para abrigar a iniciativa do SESC.

 

Efetivamente o Departamento Nacional do SESC tem alertado os Regionais a moderação nos gastos, devido a crise econômica, mas nada especificamente sobre ou compra do Saldanha da Gama.

 

 

 

 

 


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Turismo e criatividade.

11/08/2019

 

Guarapari tem consagrado sua tradição de “porta de entrada” do turismo do Estado do Espírito Santo, frase cunhada há mais de 70anos, quando o município balneário, possuidor de grandes reservas de areias radioativas, atraia importantes levas de turistas, principalmente pessoas de idade para se banharem em suas águas medicinais, enterrando o corpo nas areias preta, deixando apenas a cabeça de fora, como que absorvendo por inteiro a radioatividade recomendada para artrite reumatoide, inclusive fertilidade.

 

O tempo passou, as administrações municipais foram se sucedendo e, muitas, não se deram conta de que turismo se faz com qualidade para atrair gente e, é gente que movimenta o comércio, faz a economia das cidades girar.

 

O último verão de Guarapari foi um negócio de louco. Mais de hum milhão de turistas lotaram todas dependências da hotelaria de Guarapari e, consequentemente, pousadas e casas que proprietários alugam nos períodos de movimento, para completar a renda familiar.

 

Entendeu a atual administração do município, sob o comando do prefeito Edson Magalhães que era preciso inovar, para que o município não fosse procurado apenas pelos encantos de suas belas praias e o magnetismo de sua radiatividade, mas para se divertir, também, criado a Esquina da Cultura, um festival de atrações, shows de diversas qualidades, para o entretenimento dos visitantes do mais importante balneário do Estado, numa média diária de 150 mil pessoas circulando à noite pelas ruas, se divertindo e consumindo, sendo que na última semana foi coroada com êxito de mais de 200 mil pessoas nas noites do fim das férias de julho, na cidade.

 

Letícia Regina, secretária de Turismo de Guarapari retrata bem o grau de satisfação do prefeito Edson Magalhães e dos visitantes, pelo sucesso que sua administração vem colhendo com o resultado da Esquina da Cultura e, outras programações virão, voltadas para a montanha – Buenos Aires – onde a administração municipal está voltando suas visitas com objetivo de promover seu desenvolvimento, com programações de inverno, buscando, para tanto parceria com a iniciativa privada, notadamente a imprensa, ressaltando o apoio que tem recebido da Rede Gazeta de Comunicação, com amplo noticiário informativo sobre a movimentação do turismo no município, atraindo receita para a cidade, de mais 15 milhões.

 

Objetivando a promoção de Guarapari, o prefeito Edson Magalhães vem buscando parceria com a iniciativa privada no sentido de expandir atividades culturais, para que o município não fique só na mesmice de praia nos períodos de verão.

 

Com início do ano passado o município de Guarapari, deu partida ao seu novo conceito de turismo, com a edição de Esquina da Cultura, prometendo novas inovações, daqui para frente, mostrando que Guarapari é a maior porta de entrada do turismo do Espírito Santo.

 

 

 

   


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