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Desmontando as esquerdas

08/08/2019

 

"A cada besteira que diz a imprensa do contra ou a oposição em decomposição, Bolsonaro dá dez coices”, diz um grande amigo mas, a seu ver, as respostas grosseiras do presidente são absolutamente necessárias, caso contrário, os inimigos do desenvolvimento nacional, a começar pela imprensa de resultados, quer tirar-lhe o couro...

Já contei aqui a história de um pastor da igreja Batista, que me fora trazido pelo professor Nelson Rangel, do Colégio Americano de Vitória, um homem relativamente culto, queria conversar com um jornalista que se dizia ateu. Sei que, depois de muita conversa, o religioso, cansado de querer me demover do ateísmo, perguntei-lhe: “Por acaso o senhor está acreditando que me convenceu que prega essa religiosidade toda por acreditar na existência de um Deus, criador do céu e da terra ou pela necessidade de sua subsistência? O senhor age porque este é seu meio de vida, precisa “convencer” o próximo. Eu só preciso convencer a mim mesmo que, vim do pó e do pó retornarei”.

O pastor riu muito e enveredou por outro caminho, do desenvolvimento nacional, achando que as autoridades brasileiras eram muito burras, ao promoverem as exportações de matéria prima in natura, ao invés de beneficiá-las, para dar mais emprego e ter mais lucro, bem como a questão da expansão agrícola, subsidiando ONGs que incentivavam ocupações de terra, ao invés de ensinarem a cultivar, trabalhar, produzir riqueza, esclarecendo que existia em Londres uma poderosa organização, mantida por capitais de grandes empresários europeus, com grandes doações, sob a denominação de Internacional Socialista, que tinha objetivo de financiar a esquerda, para que ela promovesse greves, como fazia Lula com sua CUT, Força Sindical e a criação do PT, tudo para procrastinar o desenvolvimento econômico nacional, com medo da prosperidade da América Latina. Mas, como o América Latina era um imenso depósito de ditadores, travestidos de nacionalistas, adeptos ferrenhos do caudilhismo de esquerda, tipo Fidel Castro, deixava se engabelar com essa gente sem escrúpulos.

Passei a observar e a me inteirar do que me explicou o ilustre pastor batista, com quem tive mais uns três ou quatro encontros, quando ele, finalmente, foi-se embora do Espírito Santo, até que uma pessoa da Inteligência do Governo Figueiredo me detalhou como essa gente sem escrúpulos se movia, no Brasil, a poder de muito dinheiro, inclusive o Green Pass.
 

Essa corja toda está sendo demolida pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, que não tem medo de responder, com suas necessárias patadas, às perguntas formalizadas pela imbecilidade.

O caso da exploração do “desaparecimento” do pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, é de uma burrice sem limites, numa pressuposição absurda de que o governo é otário. Quebrou a cara. O pai do Santa Cruz foi tolo com as esquerdas.

Bolsonaro continuará assim. É seu feitio. Quem quiser que vá reclamar ao bispo e pode continuar dizendo que ele está imitando Trump.

 

 

 


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Difícil de entender I

07/08/2019

 

Tem sido uma praxe dos administradores públicos (todos eles) que gastam recursos públicos sem nenhum critério, auxiliados por mecanismos burocráticos profundamente desonestos, aumentarem impostos, criarem taxas as mais absurdas, com objetivo de extorquir os contribuintes, sem avaliarem que quem está pagando os impostos mais elevados do mundo enfrenta dificuldades financeiras, perdem os empregos, e a União, estados e municípios estão pouco se lixando se o contribuinte pode ou não suprir, com seu bolso magro, o caixa público, sempre ávido por recursos, que não tem um gastador decente.

O sujeito passa 12 anos estudando para ser arquiteto, engenheiro, médico e, no meio do caminho aparece um legislador afoito, sem qualquer preocupação com o bolso alheio e muito menos dos cofres públicos, para inventar uma obrigação, impor uma proteção absurda, uma rede, sei lá o quê, para impedir que pessoas busquem o suicídio na chamada Terceira Ponte que liga a ilha de Vitória, a capital do Estado, ao município de Vila Velha. Quantas pessoas se suicidam no Estado, no Brasil e pelo mundo, diariamente?

Diz o noticiário da imprensa: “O Tribunal de Justiça, por meio da 4ª Vara da Fazenda Pública, determinou a instalação de uma barreira de proteção na Terceira Ponte (já esqueceram até que a Terceira Ponte tem um nome aprovado pela Assembleia Legislativa, Castelo Mendonça), em um prazo máximo de seis meses. A decisão é da juíza Sayonara Couto Bittencourt.

Continua a nota informando que “A ordem foi motivada por uma ação popular que determinou que a barreira fosse instalada para prevenir suicídios. Caso a decisão não seja cumprida, o governo do Estado e a Rodosol, concessionária que administra a via, podem ficar sujeitos a uma multa diária. A Procuradoria Geral do Estado estranha a determinação, com a fixação de um prazo, sem que o Estado tenha tido oportunidade de se manifestar sobre o assunto, que vem sendo abalizado com prioridade.

Será que tudo isso está acontecendo realmente? Tem alguma verdade nessa história absurda em território capixaba?

O que tem o Estado, a Rodosol, sei lá quem mais, que o sujeito, com seus problemas mentais, queria dar fim à vida e procure um prédio, o Penedo, aquele maciço de pedra à entrada da baia de Vitória, sirvam de palco para seu suicídio? Por que essa intromissão no comportamento de pessoas que querem dar fim à vida?

Sei lá! Acho que tem muita gente necessitada querendo viver e não tem um mínimo de ajuda e querem impedir que alguém dê cabo de sua vida por estar enjoada dela.

Negócio difícil de se entender...

 

 

 


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