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A força das ruas

31/05/2019

 

Quem se der ao trabalho de avaliar (sem paixões) as manifestações populares de apoio às ações desenvolvidas até agora pelo governo Jair Messias Bolsonaro há de considerar que foram impressionantes, espontâneas, onde multidões participaram ordeiramente na defesa de um governo eleito legitimamente, quase liquidado por uma facada às vésperas do pleito e que promete mudar o Brasil.

A vitória de Bolsonaro calou a oposição, embora a mídia contrária afirme que o Congresso Nacional não vai ligar para o clamor das ruas, vai manter uma agenda própria, diferente do Palácio do Planalto, como se quisessem desconhecer a verdade dos fatos.

Mas, o que mais impressionou mesmo nas manifestações populares do dia 26 de maio último? Foram multidões do Norte e Nordeste se levantarem em apoio ao governo Bolsonaro, numa espécie de basta a uma oposição despropositada, que só pensa em corrupção.

Preste atenção a classe políticos brasileira. Busque ouvir a voz das ruas, mude de comportamento, a hora é de mudança e, se não mudar por bem, vai ter que mudar por mal. Chega de corrupção, de atraso, de bandalheiras, de banditismo desenfreado, de corrupção indomável. A sociedade brasileira quer mudança.

Acidentes políticos ocorrem. O que aconteceu no Brasil em 1964, foi um acidente político muito grave na nossa história, onde o povo foi às ruas pedir às Forças Armadas que colocassem um fim ao processo de transformar o país numa república comunista, como queriam João Goulart, Leonel Brizola, Almino Alfonso e muitos outros inocentes inúteis, tipo Ulysses Guimarães, notórios aproveitadores dos cofres públicos, ladrões de primeira classe.

Está na cara, sem rodeios, as mudanças políticas introduzidas no país após a posse de Jair Bolsonaro. O pior cego é aquele que não quer ver. Se a teimosia e a burrice prosperarem, com essa gente oposicionista querendo testar os brados das ruas, vai perder tempo e pode provocar uma ruptura institucional de graves consequência.

A classe política ainda não entendeu que Bolsonaro representa o espirito das mudanças que tanto se espera, bem como a figura emblemática do magistrado Sérgio Moro, hoje Ministro da Justiça e com a responsabilidade de continuar um impressionante trabalho desenvolvido como juiz federal no processo Lava-Jato.

Analisemos friamente como Norte e Nordeste, historicamente submissos aos governantes corruptos instalados no país após 1985 souberam demonstrar seu cansaço diante de gente tão ordinária.

Resta agora o governo de Jair Messias Bolsonaro tomar consciência de suas responsabilidades e, com equilíbrio e seriedade, acertarem o país, falando menos e agindo mais.  

 

 

 


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Maldito dinheiro

30/05/2019

 

No mundo, ou na história dos povos, sempre existiram verdades e mentiras. A “mola” que faz o mundo se desenvolver chama-se dinheiro e, ele, o dinheiro, vem desde os primórdios da humanidade, há cerca de 3 mil anos, e começou com barras de ouro, prata, moedas de cobre, conchas e, os primeiros negócios entre povos foram realizados pelos famosos empreendedores, os fenícios, que estabeleceram as regras de negociações com trocas de mercadorias.

“ A História do Dinheiro” de Jack Wetherford, foi-me presenteado em fevereiro de 2003 pelo meu velho e querido amigo Chrisogono Teixeira da Cruz, engenheiro, com quem nutro uma amizade desde os anos 50 e, lastimavelmente, acometido de uma trombose cerebral está sobre a cama há alguns anos, mercê dos cuidados dos seus familiares. Me falta coragem para visita-lo. Prefiro guardar sua imagem dos tempos que contávamos histórias, com os amigos Cariê Lindemberg, Américo Buaiz e Arthur Carlos Gehardt Santos.

Contava eu ao amigo Chrisógono que, na história da humanidade, tem quatro verdades, que não se transforam em mentiras e, quatro mentiras, impossíveis de serem transformadas em verdade, daí o presente do livro de autoria de Jack Weatherford, com a seguinte dedicatória: “Prezado Gutman, cumprindo parte do meu compromisso... Abraço – Chrisogono – 13-02-03”.

Queria o velho amigo, como os demais companheiros de almoço quinzenal, primeiro, as mentiras; que não se transformam em verdades: 1) o dinheiro não traz felicidade; 2) a mulher do meu amigo, para mim, é homem; 3) deixa meu bem, é só a cabecinha; e 4) Deus está vendo...

Não existe no mundo país de economia mais esculhambada do que a nossa.

Tenho um velho, amigo, um dos homens mais sérios que conheço, Ernane Galvêas, economista da melhor qualidade e, inegavelmente um dos 30 homens mais inteligentes do Brasil, com muita pena para mim, com a morte de outro homem raro, com quem aprendi muito, o sociólogo Arthur Rios, com quem tive o prazer de trabalhar, sob suas ordens durante dois anos. Tanto Galvêas como Rios, capazes de todos esforços de suas inteligências, nunca entenderam como a economia nacional florescia e, logo em seguida, murchava, fruto do desregramento dos nossos governantes.

Ainda discuto com Ernane Galvêas sobre o que pode acontecer com a economia nacional sob o comando do economista Paulo Guedes, com seu liberalismo. Desmontar uma máquina burocrática montada há 200 anos, onde se amontoam 70 obrigações fiscais e parafiscais, 418 empresas estatais e um conjunto de políticos analfabetos que formam o Congresso Nacional, para ninguém botar defeito, assusta realmente, ainda mais sabendo que essa corja banida do poder pelo processo Lava Jato amealhou no exterior recursos que não se pode imaginar a quanto montam, para comprar até certa justiça ou certos magistrados.

 

 

 


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