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O vento levou.

06/08/2019

 

A natureza é um negócio incontrolável. Quando menos se espera pipoca a erupção de um vulcão no cocuruto da Cordilheira dos Andes, no Japão, na Indonésia, Itália, por aí, sem um aviso prévio. Agora mesmo a costa brasileira é, notadamente no Espírito Santo, aqui mais próximo, onde ondas gigantes, de até dez metros, arrasam com rodovias, casas, o que foi feito mais próximo da beira do mar, levando até, pela força do vento, coberturas de postos de gasolina, fábricas e terminais de ônibus, como aconteceu ano passado com o de Itaparica, no município de Vila Velha, vizinho à capital do Estado, Vitória.

 

Tem quem goste e quem não goste de vizinhos. Dizem as boas e más línguas que há uma animosidade política entre o governador do Estado e o prefeito de Vila Velha e, na briga do mar com o rochedo, quem paga o pato é a comunidade, sempre indefesa, carente, necessitada, que depende, muitas vezes do chamado transporte de massa e, por culpa do vento, que levou o terminal de Itaparica, os passageiros ficaram sem abrigo e sem o transporte mais próximo.

 

Diante das chamadas tragédias naturais, provocadas pela força da natureza, governantes em volta ao mundo são socorridos por mãos invisíveis, que se transformam em amigas, solidárias, mas, no caso do terminal de Itaparica, a mão amiga, que seria do Governo do Estado, que um dia construiu terminais, dentro do processo de mobilidade urbana na Grande Vitória, está escondendo a mão e, dizem, porque o prefeito é amigo do governo anterior. E a comunidade, como fica?
 

Sou vizinho de propriedade rural, em Guarapari, há 50 anos, onde, quando um maldito ateia fogo no pasto, meus empregados ajudam os do vizinho ou vice-versa, sem precisar gritar por socorro, dentro de um espírito de solidariedade humana que é marcado pela espontaneidade.

Para ser um bom vizinho não é preciso viver na casa do outro, furungado suas intimidades. Basta ser solidário nas horas precisas.

 

A fúria do vento, impulsionando as ondas do mar estão provocando estragos na costa brasileira. Não é culpa de Deus, do homem, do “efeito estufa”, do buraco negro, do Sol, da Lua, nada disso. A natureza é indomável, e quando ela cisma, sai de baixo! Desde que o mundo é mundo é assim, não tem nada a ver com o lançamento de carbono na atmosfera, coisa nenhuma. É certo que governos relutam em utilizar a energia solar ou eólica para mover motores a combustão fóssil, pouco se importando que a poluição mate milhares, mas, o que pode faze contra a burrice ou a teimosia? No caso do terminal de Itaparica, Vila Velha, está faltando o quê? Brincadeira...

 

 


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O país que nós queremos

05/08/2019

 

Tenho dificuldades de entender certas coisas que ocorrem no Brasil. Desde que me entendo por gente, pelo menos na percepção das coisas do meu país, notadamente nos aspectos da política (nasci quando Getúlio Vargas deu o golpe e ficou no poder 15 anos, instalando o maldito Estado Novo), o que vem de ruim mesmo, do meu conhecimento, desde 1932.

Nasci no regime da ditadura Vargas, veio o governo Dutra em 1945; não sei por que desgraça, voltou Getúlio, desta feita pelo voto da sociedade e, em 1954, para felicidade geral, suicidou-se, com um tiro no peito, o que, para mim, fez muito bem...

Getúlio deixou uma herança maldita, do seu “filho” Jango (João Belchior Marques Goulart), vindo depois Juscelino Kubitchek de Oliveira, uma meia tragédia de ladroagens, gerando o louco Jânio da Silva Quadros que, sob o poder de um formidável porre, fez uma carta renunciando, abandonado Brasília à própria sorte; com o seu vice, Jango, no poder, que sonhava transformar o Brasil numa sucursal do comunismo cubano, provocando a família brasileira, que foi às ruas implorar pela intervenção militar, surgindo em Minas Gerais o movimento encabeçado pela Igreja Católica e as mulheres brasileiras pela liberdade. De 1964 a 1985, no chamado período de governos militares, a história do Brasil registrou o maior avanço econômico de uma nação em todo mundo, saindo em poucos anos, mercê da postura integra do marechal Humberto de Alencar Castello Branco, da 60ª posição econômica no mundo, para a 8ª, onde se situa até hoje. Digam o que bem entenderem, mintam a vontade, mas não podem negar que o Brasil em 20 anos de Movimento Militar de 1964, deu um salto de 200 anos. É inacreditável o que aconteceu no país no chamado de governos autoritários, sem a ladroagem.

Como dizia minha mãe: “Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe”. A sucessão de homens íntegros no governo, militares da mais alta responsabilidade, como Castelo Branco, Emilio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Figueiredo, sem medo de errar, dificilmente teremos no país governantes com aquele tipo de postura, equilíbrio e moral.

Vim aprender, na década de 80, que funcionava em Londres, na Inglaterra, uma instituição, sob uma máscara comunista, a Internacional Socialista, que tinha uma finalidade de, subsidiada por grandes grupos, notadamente europeus, recebia importantes doações financeiras para promover conflitos de classe em toda América Latina, especificamente no Brasil, com um único objetivo: desarticular qualquer organização governamental ou empresarial, de desenvolvimento. Com esse objetivo foi criada a CUT no país, a exemplo de organismos semelhantes em outros países, até que, surgiu Fernando Henrique Cardoso, o criador intelectual do Foro de São Paulo, o inventor de Lula e essa gentalha toda que desgraçou com o Brasil.

Essa corja de esquerda não imaginou que tudo cansa, tudo passa, e o povo, a maior parte da sociedade brasileira tomou nojo de tanta corrupção montada no governo, desde a compra do segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso.

Toda essa monstruosa grita que se faz contra o governo de Jair Messias Bolsonaro, inclusive por parte da imprensa viciada e inútil, é porque o roubo acabou, não se tira mais dinheiro dos cofres públicos de forma impune. Jair Messias Bolsonaro está começando seu oitavo mês de governo e tem provocado uma verdadeira tragédia para as esquerdas brasileiras e da América Latina, sempre dependentes do Brasil. Vão morrer de fome. Nada, nenhum terremoto político, abalará a confiança do povo e das Forças Armadas no governo de Jair Messias Bolsonaro. Tomem Nota.

 

 

 


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